segunda-feira, 13 de julho de 2015

Eu que sempre tive problemas com começos me pego com todos os problemas com um final.
Os fones trazem para o tímpanos as rimas de um rap qualquer, enquanto as lembranças passam pelas retinas como se fossem um filme. Um curta metragem Europeu, dos bons. A racionalidade me faz questionar os porquês, quanta bobeira. Algumas coisas começam com cara de final. Ou você acha que uma lua cabalística tem cara de algo que daria "certo"? Certo deu. Certo até demais. (...)  Bom senso, impulso mal pensado, alvo no futuro, méritos do passado, sorri o dia inteiro, metade mau humorado, papel machê, papel pardo, yang, yng, inicio, fim.... E Mario Donato estava certo em cada parágrafo de sua grande obra: estava escrito! Quanta bobagem aleatória em uma única postagem. Cadê a menina cética e metódica? A trincheira foi superada. Cronologia não é nada perto da intensidade do existir. Foi enigmático, indecifrável, misterioso, obscuro, obtuso, secreto... e mais dezenas de adjetivos que possam deixar qualquer coisa com cara de tesão! Ele me mordeu. Mordeu o meu corpo branco e mordeu a minha existência. Me penetrou, começando pelos ouvindo. O que esperar de alguém que é a própria música? Estuprou meus ouvidos com o violão, esqueceu as letras, me beijou com boca de cachaça e me lambeu de nicotina. FODA-SE O MUNDO LÁ FORA, rolou conexão! Me promete? E eu prometi. Vai ver promessas tenham pesos diferentes para nós. Se tudo teve um porque, talvez um dia as respostas cheguem até mim.   s i n c r o n i c i d a d e  .
O Propósito inflexível segue o fluxo sem pressa...
 ... romance de verão, brisa leve, passageira...
Au revoir...
Cigana.



(Playlist: Vagabundo também Ama - Oriente)





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